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Dicas De Segurança

01.03.10

Confira dicas dos bombeiros para aproveitar o verão na praia com segurança

A temporada de férias está aí. Nesta época do ano, milhares de pessoas trocam a agitação da Capital pelo sossego e beleza das praias do litoral paulista.

Sol e mar para os visitantes. Preocupação para os cerca de 1300 guarda-vidas (efetivos e temporários) do 17º Grupamento de Corpo de Bombeiros do Guarujá que atuam nas areias.

No Estado, esta é a unidade responsável pelo patrulhamento, resgate, prevenção, busca e salvamento marítimo nos 650 quilômetros de costa e 392 quilômetros de praias, distribuídos em 14 municípios. Entre eles Ubatuba, Ilhabela, Santos, Guarujá, Praia Grande e Peruíbe.

A maior preocupação desses bombeiros é realizar um forte trabalho preventivo. “Entretanto, mesmo com as campanhas educativas e a redução dos acidentes e mortes, o grande problema continua sendo os afogamentos”, explica o sargento Michel Amâncio.

Em 2005, foram registradas 97 mortes deste tipo na região. Ainda assim, é o número mais baixo desde 1986, quando o total de óbitos chegou a 389. A melhora na estatística está associada à adoção do projeto Operação Praia Segura, em 2001. Trata-se de um plano de ação que envolve o aumento do número de guarda-vidas nas praias mais procuradas pelos turistas, reforço dos equipamentos utilizados para resgate e prevenção de acidentes e afogamentos, além do trabalho de conscientização.

Segundo o sargento Amâncio, a principal causa dos afogamentos é a imprudência dos banhistas que insistem em não obedecer às placas de advertência espalhadas pelos locais de risco. “Todas as praias são perigosas. A redução no número de acidentes só vai depender da postura de seus freqüentadores”, reforça.

Férias Saudáveis

Os procedimentos seguidos pelos Bombeiros no atendimento aos banhistas em situações de risco indicam que manter a tranqüilidade é fundamental para evitar o afogamento e possibilitar o resgate.

Normalmente, esses acidentes ocorrem porque as pessoas nadam contra a correnteza e se desesperam. O corpo cansa e acaba afundando. Abaixo, algumas dicas:

· As crianças se perdem com facilidade. Não as perca de vista e procure identificá-las

· Afaste-se das costeiras e pedras. Você pode escorregar ou ser derrubado pelas ondas

· Se você se sentir em perigo, não entre em pânico. Tente boiar

· Se estiver sendo arrastado por uma corrente marítima, procure nadar paralelo à praia.

· Não abuse do álcool. A bebida faz você perder a noção do perigo

· Se você não está acostumado com o mar, não confie em bóias, objetos flutuantes, pranchinhas. Esses equipamentos transmitem uma falsa segurança.

E lembre-se: água no umbigo, sinal de perigo!

Fonte: guiadolitoral.uol.com.br

HPV – Uma DST

12.27.09

Por Dr. Maurício Bernardes

Algumas vezes ficamos muito curiosos quanto às DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). Hoje, com tanta informação em todos os canais de TV e internet, parece impossível que as pessoas não se atentem ao fato de que as DSTs não se acabam por si sós. Afinal, com o simples uso do preservativo, já se previnem muitas doenças.

O HPV (Human Papiloma Vírus ou Vírus do Papiloma Humano) é um agente causador de uma “verruguinha”, chamada papiloma. Claro que isso não seria nada se ela não tivesse a possibilidade de se transformar em um câncer. Estima-se que aproximadamente 90% das ocorrências de câncer do colo do útero estejam ligadas à presença desse vírus.

Muitos devem estar se perguntando por que um cirurgião-dentista estaria discorrendo sobre o assunto. É simples: do mesmo modo que o colo do útero, a boca também é uma mucosa e cada vez mais trabalhos são publicados relatando a presença de lesões causadas pelo HPV na boca, aumentando assim também os riscos de câncer bucal.

Na boca, as lesões, em sua maioria, aparecem como pequenas verrugas que podem ter a cor da pele ou apresentar uma camada esbranquiçada. No primeiro caso, sua observação é difícil, mas, na segunda possibilidade, a lesão pode ser reconhecida devido a uma leve semelhança com uma pequenina couve-flor.

Por ser transmitida através de auto-contaminação ou contato orossexual, a prevenção da doença é a prática mais coerente, principalmente pelo fato de que o tratamento de alguns tipos de HPV não consegue a eliminação total do problema. Os tratamentos mais comuns são os cirúrgicos, com a retirada das lesões e análise em laboratório, mas, como o vírus permanece na mucosa, existe uma boa chance de que o problema apareça novamente e de que a cura definitiva não ocorra.

Pelas imagens, pode-se perceber que a lesão pode estar bem escondida, dificultando assim a observação em uma situação normal de conversa entre as pessoas. Então, fica o alerta: nem tudo que parece saudável realmente o é.

Dr. Maurício Bernardes – CRO 50468

Cirurgião Dentista – Disfunções Articulares ( UNICAMP – Campinas)

 Dúvidas: www.mauriciobernardes.com.br / mauriciobernardes@gmail.com

 (11) 4013-1951 – Itu – SP